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Pecuarista sergipano opta por silagem de milho para enfrentar seca

Estratégia alimentar eficiente é essencial em meio à escassez de água

Gabriel Rodrigues09 de junho de 2026 às 17:15
Pecuarista sergipano opta por silagem de milho para enfrentar seca

Júnior Almeida, pecuarista de Carira (SE), enfrenta desafios devido às chuvas irregulares e à escassez de água em áreas de sequeiro. Com o objetivo de alimentar suas matrizes e bezerros de forma econômica, ele explora alternativas como a silagem de milho e a fenação de capim.

O pesquisador Rafael Dantas, da Embrapa Semiárido, apontou que a silagem de milho deve ser a prioridade, pois oferece custos mais baixos por quilo de alimento e melhores benefícios hídricos, enquanto o feno pode servir como uma reserva complementar essencial durante períodos de seca.

A silagem de milho deve ser o pilar central da conservação de forragem na propriedade de cria.

Vantagens da Silagem de Milho

Dantas destacou que a silagem tem vantagens biológicas e logísticas na região. Em contrapartida, a fenação exige um processo rigoroso de desidratação, elevando custos e dependendo de condições climáticas adequadas. Apesar da importância do feno, ele enfatiza a necessidade de garantir o armazenamento eficaz de forragem.

Para produtores em áreas mais severamente afetadas pela seca, Dantas sugere manter a silagem de milho como base, garantindo energia e silagem suficiente para as vacas paridas, além de considerar o uso de capim durante a estação chuvosa para fardos de reserva.

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Diversificar a comida no cocho é o caminho científico para ter sossego na seca, desmamar bezerros pesados e ver o lucro sobrar no bolso.

Contexto Adicional

A escolha entre silagem e fenação é crucial para a sustentação da pecuária em regiões com histórico de seca, impactando diretamente no custo alimentar e na saúde do rebanho.

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