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Agronegócio
2 min de leitura

Embrapa lança novas cultivares de soja e maracujá na AgroBrasília

Novas sementes visam aumentar produção e diversificação no Cerrado

Acro Rodrigues21 de maio de 2026 às 17:40
Embrapa lança novas cultivares de soja e maracujá na AgroBrasília

A Embrapa fez a apresentação de novas cultivares de soja e maracujá durante a AgroBrasília, promovendo inovações que visam otimizar a produção e atender às exigências do mercado.

Entre as novidades, destacam-se a soja BRS 7583, que se mostra promissora com resistência a nematoides e alto potencial produtivo. Já na fruticultura, o maracujazeiro BRS Maracujá Maçã promete trazer novas oportunidades comerciais.

Soja BRS 7583: alta produtividade com vantagens competitivas

A soja BRS 7583, uma cultivar convencional, oferece tolerância aos nematoides de galha, com capacidade produtiva que ultrapassa 70 sacas por hectare, podendo alcançar até 90 em locais específicos. Recomendada para estados como Goiás e Minas Gerais, essa soja tem um ciclo de 105 a 121 dias e se destaca por sua resistência ao acamamento.

Cultivar não transgênica abre caminho para novos nichos de mercado.

Além da BRS 7583, a Embrapa também apresentou a BRS 8282, que possui alta concentração de ácido oleico, sendo ideal para frituras e biodiesel.

BRS Maracujá Maçã: versatilidade na fruticultura

Na linha de fruticultura, a BRS Maracujá Maçã, da espécie Passiflora maliformis L., se destaca pela sua tripla aptidão: pode ser consumida in natura, utilizada na indústria e também serve como planta ornamental. A produtividade no Distrito Federal pode variar entre 10 a 20 toneladas por hectare, com possibilidade de até 30 toneladas com manejos apropriados.

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Essas cultivares mostram como o melhoramento genético pode promover eficiência e novas oportunidades comerciais no agronegócio

Embrapa Cerrados

BRS Maracujá Maçã apresenta resistência a diversas doenças.

Contexto Adicional

A inovação em melhoramento genético é crucial para elevar o desempenho produtivo no campo e oferecer mais alternativas ao agricultor.

A aceitação e certificação dessas novas cultivares depende de testes em distintos ambientes de produção e estratégias adequadas para a multiplicação de sementes e mudas.

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