Pesquisa do IBGE aponta mudanças na posse e tipo de moradias

O IBGE anunciou, nesta sexta-feira (17), que houve um crescimento de 12,7 milhões de domicílios no Brasil entre 2016 e 2025, conforme os dados da Pnad Contínua.
A pesquisa revela uma diminuição na proporção de residências próprias, contrastando com o aumento de imóveis alugados. Em 2016, foram contabilizados 66,6 milhões de domicílios, dos quais 66,8% eram próprios.
Dessa cifra, 6,2% dos moradores ainda estavam pagando pela casa e 18,4% viviam de aluguel. Já em 2025, o total de domicílios saltou para 79,3 milhões, com apenas 60,2% já pagos, uma queda de 6,6%. Os residentes que alugavam chegaram a 24%, representando um aumento de 5,4%.
✨ Cerca de 24% da população mora de aluguel, um aumento significativo em comparação a 2016.
Outro dado marcante é a ascensão dos apartamentos, que passaram de 13,7% para 17,1% na composição das moradias. Em contraste, as casas reduziram sua participação de 86,1% para 82,5%.
A distribuição geográfica das residências permaneceu estável, com o Sudeste mantendo-se como a região com a maior quantidade de domicílios, representando 42,9% do total em 2025, levemente abaixo dos 43,9% registrados em 2016. O Norte, por outro lado, continua a ser a região com o menor número de moradias, com 7,5%.
A Pnad Contínua é uma pesquisa importante do IBGE que fornece dados sobre as características dos domicílios e habitantes no Brasil, permitindo monitorar mudanças sociais e econômicas ao longo do tempo.
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