Colômbia intensifica proteção a candidata ameaçada de morte
Paloma Valencia denuncia ameaças a menos de dois meses das eleições.

O governo colombiano tomou medidas para aumentar a segurança de Paloma Valencia, uma das principais candidatas à Presidência, conforme ela reportou ameaças de morte a duas semanas das eleições.
Valencia, representante do partido de direita Centro Democrático, mostrou em suas redes sociais uma imagem perturbadora com sua foto e a frase 'Descanse em paz'. Essa situação se agrava após o assassinato do senador Miguel Uribe, que era aliado próximo de Valencia e aspirava à presidência nas eleições de 31 de maio.
✨ Uma dissidência das Farc é apontada como a responsável pelo atentado que vitimou Miguel Uribe, focando as preocupações sobre a segurança de lideranças políticas na Colômbia.
O ministro do Interior, Armando Benedetti, expressou por meio do X que as autoridades estão trabalhando para investigar as ameaças e garantir a proteção de Valencia, que ocupa a terceira posição nas intenções de voto, atrás de Iván Cepeda, associado ao governo.
Diante desse cenário, Valencia alerta sobre a deterioração do ambiente democrático no país, enquanto a Colômbia atravessa a sua mais grave crise de violência desde a desmobilização da guerrilha das Farc, após o acordo de paz de 2016. Especialistas indicam que vários grupos armados têm se fortalecido sob o governo atual de Petro, que tem enfrentado dificuldades em negociar a paz.
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