Ar polar provoca queda brusca de temperaturas no Sul do Brasil
Geadas podem ser registradas nas serras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Uma massa de ar polar avança pelo centro-sul do Brasil, provocando queda acentuada nas temperaturas e aumentando o risco de geadas, especialmente nas serras gaúcha e catarinense.
Entre domingo e segunda-feira, regiões montanhosas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem registrar mínimas abaixo de 0°C, levando à formação de geada em várias localidades do Sul.
✨ O frio intenso está previsto para ser o mais forte do ano até agora nas regiões afetadas.
A queda de temperatura ocorre após a passagem de uma frente fria que trouxe chuvas intensas e ventos fortes. Com o avanço do ar frio, o céu começa a se limpar, resultando em noites geladas e perda rápida de calor, o que pode favorecer a formação de geada em áreas rurais.
O Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão os primeiros a sentir o impacto do frio intenso, com as temperaturas mais baixas sendo esperadas principalmente nas regiões de maior altitude. Nos pontos mais altos, mínimas abaixo de 0°C são aguardadas, especialmente em baixadas e vales.
Formação de Geada
A geada ocorre quando o ar frio, o céu limpo e vento fraco levam ao resfriamento da superfície. Portanto, mesmo em áreas onde as temperaturas não se tornem negativas, é possível ver gelo em plantas, telhados e veículos.
O risco de geada é maior nas áreas de serra e planalto, onde o ar frio tende a se acumular. Lavradores devem atentar às suas lavouras, especialmente cultivos sensíveis ao frio, como hortaliças e grãos em fase vulnerável ao estresse hídrico.
Além do Sul, a massa de ar polar também irá se espalhar por outras regiões do país, incluindo Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul de Minas Gerais, causando uma queda nas temperaturas em diversos locais.
No Centro-Oeste e Sudeste, a sensação de frio será mais notória durante as primeiras horas do dia, embora as tardes ainda permaneçam relativamente amenas em alguns lugares.
Essa mudança climática exige cuidados especiais com pessoas vulneráveis, como idosos e crianças, além da necessidade de os produtores rurais monitorarem as mínimas locais, uma vez que os riscos de geada variam muito com as condições locais.
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