IGP-M e Caged brilham como destaques econômicos
Principais acontecimentos do mercado financeiro de hoje

Investidores de Nova York entram na semana do Fomc (4ªF), com os mercados fechados devido ao feriado do Dia do Trabalho, um pouco mais aliviados após o PCE de março ter cedido menos do que o esperado. No melhor cenário, espera-se um único corte de 0,25pp na taxa de juros em setembro, sem mais cortes este ano. O suspense cerca a entrevista de Powell. Na 6ªF, o relatório de emprego também será crucial para as projeções do Fed. Na agenda de balanços, Wall Street terá resultados da Amazon (3ªF) e Apple (5ªF). No Brasil, teremos o Santander (3ªF), Weg e Bradesco (5ªF) divulgando seus resultados. Entre os indicadores, teremos o IGP-M (hoje, 8h), dados de emprego do Caged e Pnad Contínua, números do setor externo e produção industrial. Em Brasília, o 1º de Maio esvazia o Congresso, mas as tensões recentes com o governo devem continuar. (Rosa Riscala)
- 06h00 – Confiança do consumidor na Zona do Euro - 08h00 – IGP-M de abril - 09h00 – Inflação (CPI) de abril na Alemanha - 09h30 – Caged de março - 22h30 – Índices PMI da China - Balanços/B3: Isa Cteep, Copasa e Kepler Weber à noite Japão: mercados fechados devido a feriado.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Bom Dia Mercado
Jornalista especializado em economia
Mais de economia

Frigol registra prejuízo de R$ 5,1 milhões no primeiro trimestre
Apesar do desempenho negativo, houve melhora significativa de 67% em relação ao mesmo período do ano passado.

Economia chinesa deve crescer 5% ou mais em 2024, apontam projeções
Expansão da robustez econômica chinesa impulsiona parcerias comerciais com Brasil e América Latina

Inflação nos EUA e seu reflexo no mercado financeiro
Alinhamento do Ibovespa com os mercados globais: principais bolsas tiveram movimentações parecidas

Copom anuncia corte na taxa de juros para 10,5% ao ano
Banco Central reduz ritmo de corte de juros devido à alta do dólar e incertezas crescentes





