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2 min de leitura

Petróleo: Análise da Produção de Derivados e Seus Desafios em 2025

Estudo da Petrobras revela a distribuição de derivados de petróleo e os impactos da transição energética.

Fernanda Lima30 de março de 2026 às 14:15
Petróleo: Análise da Produção de Derivados e Seus Desafios em 2025

A obtenção de produtos a partir do petróleo continua a ser um dos principais componentes da matriz energética e industrial brasileira, demonstrando a versatilidade de um barril refinado.

Distribuição dos Derivados

De acordo com Marcelo Gauto, gerente da Petrobras, as porcentagens apresentadas refletem a produção de cada derivado por barril de 159 litros de óleo refinado em 2025. O diesel ocupa a liderança, representando 38,3% ou 60,9 litros, utilizado essencialmente em veículos pesados.

A gasolina segue na segunda posição, com 24,4%, correspondendo a 38,8 litros, destinados ao abastecimento de veículos leves. O GLP, por sua vez, tem uma participação de 6,0%, cerca de 9,5 litros, aplicado predominantemente como gás de cozinha.

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Os derivados de petróleo são fundamentais para o funcionamento de diversos setores, mas a transição energética traz novos desafios

Marcelo Gauto

Os percentuais de cada derivado podem variar conforme o perfil das refinarias e suas técnicas de processamento.

Contexto Atual

A nafta, com 4,3% ou 6,8 litros, é relevante para a petroquímica, enquanto o querosene de aviação, que representa 4,7% ou 7,5 litros, é utilizado na aviação. O óleo combustível ocupa 14,3%, equivalente a 22,7 litros, e o coque, com 3,7% ou 5,9 litros, é empregado na siderurgia.

  • 1Diesel: 38,3% (60,9 litros)
  • 2Gasolina: 24,4% (38,8 litros)
  • 3GLP: 6,0% (9,5 litros)
  • 4Nafta: 4,3% (6,8 litros)
  • 5Querosene: 4,7% (7,5 litros)
  • 6Óleo combustível: 14,3% (22,7 litros)
  • 7Coque: 3,7% (5,9 litros)

À medida que a demanda por derivados apresenta diminuições desiguais, a indústria de refino tanto no Brasil quanto no exterior enfrenta um panorama desafiador.

Particularmente, a gasolina deverá sofrer uma queda na sua utilização, impulsionada pela crescente eletrificação e pelo avanço dos biocombustíveis. Mesmo assim, a importância do petróleo e seus derivados se mantém ao longo desse movimento de transição.

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