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Internacional
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Lula oferece apoio à Venezuela após terremotos devastadores

Golpe duro na Venezuela provoca resposta solidária do Brasil

Gabriel Rodrigues10 de julho de 2026 às 19:15
Lula oferece apoio à Venezuela após terremotos devastadores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve uma conversa telefônica na última sexta-feira, 10 de junho, com a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, sobre a tragédia dos terremotos que ocorreram há duas semanas no país e que resultaram na morte de mais de 3.889 pessoas.

Na comunicação, Lula reiterou a disposição do Brasil em ajudar nas ações de recuperação e em apoiar a população ao longo do processo de reconstrução.

Os fortes tremores de terra, os mais significativos em mais de um século na Venezuela, destruíram prédios e devastaram a região de Caracas.

Os terremotos ocorreram em 24 de junho, afetando severamente a infraestrutura local e deixando um cenário de destruição generalizada na capital e áreas adjacentes.

Durante o chamado, Delcy agradeceu o envio de ajuda humanitária já realizada pelo Brasil, destacando que as operações de busca por vítimas continuam e que o governo está se preparando para a complexa tarefa de reconstrução, com foco na construção de novas moradias para os desabrigados.

O governo brasileiro já está elaborando uma nova fase de auxílio à Venezuela, após ter realizado uma operação humanitária que se concentrou no resgate de vítimas e no envio de suprimentos essenciais.

A primeira fase da ajuda brasileira

  • 1Seis voos humanitários enviados, incluindo cinco da FAB e um voo da Gol
  • 260 toneladas de suprimentos, equipamentos e insumos médicos
  • 3100 purificadores de água
  • 4Hospital de campanha com capacidade para 30 leitos, incluindo módulo infantil
  • 593 militares da Marinha para operarem o hospital
  • 671 bombeiros militares destacados para assistências
  • 7Seis técnicos da Anatel para apoio técnico.

Contexto

Os terremotos na Venezuela de junho de 2026 são considerados as maiores tragédias sísmicas do país nos últimos cem anos, exigindo uma resposta rápida e eficaz da comunidade internacional.

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