Trump promete auxílio à Venezuela após terremotos mortais
Presidente americano assinala apoio após tragédia que deixou 188 mortos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu um forte apelo de apoio à Venezuela, logo após os devastadores terremotos que causaram a morte de ao menos 188 pessoas no país. Durante um evento no Rose Garden, Trump destacou que os Estados Unidos estão prontos para ajudar seus 'novos e grandes amigos'.
Compromissos de Ajuda
Trump não hesitou em se declarar envolvido, afirmando que 'nós assumimos a Venezuela em menos de um dia'. Ele enfatizou que a produção de petróleo está fluindo e reforçou a determinação dos EUA em fornecer ajuda após o desastre natural, que ocorreu recentemente.
✨ Os EUA têm um pacote de ajuda de US$ 150 milhões à disposição da Venezuela.
Na sua mensagem postada na Truth Social, Trump comunicou: 'Os EUA estão prontos, dispostos e capazes de ajudar!' Ele também instruiu agências governamentais a se prepararem para uma resposta rápida, uma vez que as primeiras informações sobre a situação se mostraram severas.
Contexto sobre a Ajuda
O Departamento de Defesa dos EUA designou aeronaves para avaliar os danos e ajudar nas operações de localização de vítimas e entrega de assistência. Além disso, equipes de busca e resgate estão sendo enviadas de Fairfax, Virgínia, e Los Angeles para atuar nas áreas afetadas.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Internacional

Netanyahu reafirma que Irã não terá armas nucleares após diálogo com Trump
Discussões entre líderes ocorrem em meio a avanços nas negociações com Teerã

Putin e Trump afirmam que fim da guerra na Ucrânia está próximo
Perspectivas de paz contrastam com o ceticismo de Zelensky.

EUA enviam ajuda humanitária à Venezuela após terremotos
Marco Rubio anuncia envio de equipes de resgate e assistência médica.

Israel rejeita cláusula militar de acordo entre Irã e EUA
Primeiro-ministro Netanyahu nega vínculo com memorando e mantém ataques no Líbano.





