Zelensky denuncia 'terrorismo nuclear' em aniversário de Chernobyl
Presidente ucraniano ressalta riscos da invasão russa no conflito atual

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, qualificou a invasão da Rússia como 'terrorismo nuclear' no último domingo, durante a marcação do 40º aniversário da tragédia de Chernobyl, que coincide com o início do conflito em 2022.
Através de suas redes sociais, Zelensky alertou que a agressão em curso representa uma nova ameaça global. Ele reforçou que é crucial que a comunidade internacional não permita que essa forma de terrorismo persista, sugerindo que a solução seria pressionar a Rússia a cessar suas hostilidades.
✨ Drones da Rússia continuam a sobrevoar Chernobyl, com um deles colidindo com a usina no ano passado.
Reflexões sobre Chernobyl
O acidente de Chernobyl, ocorrido em 1986, é considerado o pior desastre nuclear civis na história, resultando em repercussões duradouras na percepção sobre energia nuclear. O Papa Leão XIV também fez comentários sobre a catástrofe, pedindo que a energia atômica seja utilizada exclusivamente para fins pacíficos.
"Este desastre 'marcou a consciência da humanidade' e serve como alerta sobre os riscos do uso de tecnologias potentes
Impacto do Desastre
Estima-se que milhares de pessoas tenham morrido devido à exposição à radiação, com números variando conforme as fontes. A ONU registrou em 2005 cerca de 4 mil mortes, enquanto o Greenpeace citou quase 100 mil mortes em relação aos efeitos do acidente.
Ataques atuais
Em meio à guerra em curso, três pessoas perderam a vida e quatro ficaram feridas após um ataque com mais de 100 drones lançados pela Rússia. Na região de Sumy, um ataque resultou na morte de dois civis que foram identificados como moradores locais.
A Força Aérea da Ucrânia informou que 144 drones foram disparados, com 124 interceptados. Também houve relatos de um ataque ucraniano em Sebastopol, resultando em danos a propriedades e na morte de um civil durante os confrontos.
Além disso, um drone russo caiu na Romênia, forçando a evacuação de mais de 200 pessoas. Os líderes europeus, reunidos em Chipre, concordaram em novas sanções contra a Rússia, marcando a vigésima rodada de medidas punitivas no contexto do conflito.
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