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Meio Ambiente
2 min de leitura

Mudanças na Lei de Espécies Ameaçadas reduzem proteção ambiental

Governo Trump altera regulamentação, impactando habitats críticos

Gabriel Rodrigues17 de julho de 2026 às 22:55
Mudanças na Lei de Espécies Ameaçadas reduzem proteção ambiental

O governo Trump concluiu, na última sexta-feira, 17, duas mudanças que comprometem a proteção conferida pela Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção (ESA). Estas alterações impactam diretamente a preservação de espécies icônicas como o urso-pardo-do-alasca e a águia-de-cabeça-branca.

A primeira mudança revoga a norma que garantia que as disposições da ESA se aplicassem automaticamente a todas as espécies listadas como ameaçadas. A segunda modificação introduz a possibilidade de o governo ponderar questões econômicas e de segurança nacional ao designar áreas como habitat crítico para essas espécies.

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Por tempo demais, a Lei de Espécies Ameaçadas foi instrumentalizada para bloquear quase todos os projetos nos Estados Unidos, aumentando custos para as famílias e prejudicando nossa segurança nacional

Doug Burgum, Secretário do Interior

Essas alterações vêm logo após uma ação que restringe a definição de 'dano' sob a mesma lei, o que levantou preocupações entre defensores do meio ambiente sobre a possível destruição de habitats protegidos.

Ambientalistas afirmam que as mudanças favorecem a indústria em detrimento da natureza.

Contexto

Em 2023, o Departamento do Interior, sob a administração Biden, destacou que a ESA foi crucial para salvar numerosas espécies da extinção ao longo dos últimos 50 anos.

Noah Greenwald, do Center for Biological Diversity, criticou as novas políticas, chamando-as de um reflexo da 'complacência do governo em relação à indústria', que ignora as necessidades do meio ambiente.

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