Queda nas cotações é influenciada por aumento na produção da Costa do Marfim

Os preços do cacau na bolsa de Nova York enfrentaram mais uma diminuição, resultando em uma queda de 1,95%, com os lotes de dezembro sendo cotados a US$ 5.829 por tonelada. Os dados de oferta robusta da Costa do Marfim, que enviou 2,11 milhões de toneladas de cacau aos portos, contribuíram significativamente para essa tendência.
A Costa do Marfim, maior produtora de cacau do mundo, viu um aumento de 20% na quantidade exportada em comparação ao mesmo período do ano passado, proporcionando um ambiente de confiança para os investidores. Também, o crescimento dos estoques certificados na bolsa de Nova York, agora atingindo 3,3 milhões de sacas, tem mitigado as preocupações sobre a produção da amêndoa.
Os preços do café também cederam na bolsa de Nova York, com uma queda de 1,80% nos contratos para dezembro, resultando em US$ 3,3550 por libra-peso. Esta queda ocorreu após uma forte alta de quase 6% na véspera, refletindo os atrasos na safra do Brasil e os problemas na produção colombiana.
Em seguida, o açúcar teve um comportamento semelhante, encerrando a sessão com uma desvalorização de 2,15%, cotado a 17,27 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o suco de laranja concentrado e congelado viu uma queda de 2,08%, fechando a US$ 1,5565 a libra-peso. No mercado de algodão, a leve baixa de 0,55% levou a cotação para 88,34 centavos de dólar a libra-peso.
✨ O aumento na oferta da Costa do Marfim está pressionando os preços do cacau.
A pressão sobre os preços do cacau e de outros produtos agrícolas reflete um forte aumento na produção e mudanças nos estoques disponíveis, impactando diretamente na confiança dos investidores e na formação dos preços.
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