Azul aumenta passagens em 20% e pode cortar destinos por guerra
CEO John Rodgerson alerta para possíveis mudanças na malha aérea

A companhia aérea Azul viu um aumento de 20% no preço de suas passagens devido aos impactos da guerra no Oriente Médio. O CEO John Rodgerson sinaliza que mudanças podem ocorrer na malha de rotas caso o conflito persista.
Embora a Azul tenha mantido sua malha de rotas intacta até o momento, Rodgerson destacou que a situação é monitorada de perto e que, se a guerra se prolongar, cortes em destinos poderão ser inevitáveis.
"Obviamente, o preço do combustível dobrou. Isso impacta e reagimos. Aumentar a tarifa e cortar a capacidade faz parte do que a gente faz no dia a dia
Durante a reunião anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o executivo comentou que o setor enfrenta desafios com a alta do dólar e preços internacionais do petróleo. Para manter a demanda, a estratégia da Azul é reduzir a frequência de voos e cancelar conexões diretas, fazendo com que rotações menores precisem passar por hubs como Viracopos, Confins e Recife.
✨ O preço do querosene de aviação é ainda mais elevado nas rotas regionais, tornando a operação mais complexa em áreas fora dos grandes centros urbanos.
Contexto
O aumento dos custos operacionais devido à instabilidade internacional está afetando diversas companhias aéreas, não apenas a Azul.
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