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Tarifas aéreas domésticas sobem 14,5% com pressão do petróleo

Aumento ocorre devido à guerra no Oriente Médio e custos do QAV

Fernanda Lima24 de abril de 2026 às 12:55
Tarifas aéreas domésticas sobem 14,5% com pressão do petróleo

As tarifas médias para voos domésticos no Brasil experimentaram um aumento significativo de 14,5% entre fevereiro e março, subindo de R$ 617,78 para R$ 707,16. Esse movimento reflete a escalada nos preços do querosene de aviação (QAV) devido ao recente conflito no Oriente Médio.

Impacto do QAV nas tarifas

Os dados, fornecidos pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), mostram que a tarifa real já considera a inflação medida pelo IPCA. O aumento das tarifas coincide com uma elevação no yield real médio, que atingiu R$ 0,5549 por quilômetro em março, comparado aos R$ 0,4831 do mês anterior.

O aumento nos custos do petróleo impactou diretamente as tarifas aéreas.

Este cenário de alta ocorre em um momento em que as companhias aéreas ajustam suas operações e ofertas de voos, buscando adequar-se às novas condições de mercado impostas pelas flutuações nos preços internacionais dos combustíveis.

Contexto

O conflito no Oriente Médio, que teve início em fevereiro, tem gerado incertezas e elevados os custos operacionais do setor aéreo.

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