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política
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Augusto Cury se junta a pré-candidatos para a Presidência

Novos nomes surgem na disputa pela cadeira presidencial em 2026

Tiago Abech05 de abril de 2026 às 16:25
Augusto Cury se junta a pré-candidatos para a Presidência

Neste domingo (5), o partido Avante anunciou a pré-candidatura do escritor Augusto Cury à presidência da República nas eleições de outubro. A proposta visa promover o equilíbrio emocional, a educação e uma gestão mais humanizada no Brasil.

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Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos. Não amo o poder, não preciso do poder e não busco o poder pelo poder. Não se trata de um projeto pessoal, mas de uma jornada

Augusto Cury.

A candidatura de Cury representa um novo momento para o Avante, que almeja se firmar como protagonista na política nacional.

Cury se junta a outros importantes pré-candidatos, incluindo Ronaldo Caiado (PSD), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã). Todos os candidatos devem registrar oficialmente suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em agosto, após a confirmação em convenções partidárias.

Candidatos e suas trajetórias

Luiz Inácio Lula da Silva busca sua quarta candidatura, um marco histórico, um feito inédito na política brasileira. Aos 81 anos, Lula já anunciou sua intenção de concorrer, focando na defesa de programas sociais. Atualmente, ele lidera nas pesquisas e aparece empatado com Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.

Flávio Bolsonaro, escolhido por seu pai para concorrer, tem se consolidado como o principal nome da oposição. Sua defesa da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, detido após a eleição de 2022, gerou polêmica, mas ressoou com algumas correntes eleitorais.

Ronaldo Caiado, com 76 anos, trocou de partido para garantir sua candidatura e busca colocar-se como uma alternativa ao embate entre Lula e os Bolsonaro. Nas pesquisas, Caiado apresenta 4% das intenções de voto.

Romeu Zema, ex-empresário e governador de Minas Gerais, renunciou ao cargo para se candidatar pelo Novo. Zema já é conhecido pela sua vitória expressiva em 2018 e mantém boas taxas de aprovação, com intenções de voto variando entre 2% e 3%.

Renan Santos, que lidera o Movimento Brasil Livre (MBL), se lança na disputa pelo novo partido Missão, que foi registrado no TSE no final do ano passado. Santos possui entre 1% e 2% nas pesquisas atuais.

Por fim, Aldo Rebelo, ex-presidente da Câmara e crítico da esquerda, está concorrendo pelo Democracia Cristã e apresenta também intenções de votos entre 1% e 2% nas últimas sondagens.

Contexto das eleições

As eleições de 2026 prometem ser bastante disputadas, com o cenário político dividido entre diversas candidaturas, refletindo uma complexidade maior do que em pleitos anteriores.

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