Polícia Civil conclui que Ex-presidente não tem responsabilidade

O sargento Estácio Leite da Silva Filho, membro da equipe de segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi indiciado pela Polícia Civil do Distrito Federal por estar com uma arma pertencente ao ex-capitão durante uma abordagem de rotina em Brasília.
O delegado responsável, Thiago Boeing Schemes da Silva, concluiu o inquérito e informou que o Supremo Tribunal Federal será notificado. Ele assegurou que não há evidências que possam incriminar Bolsonaro no caso.
O indiciamento ocorre após a apreensão da arma em 15 de junho, em que o militar foi flagrado transportando um armamento e munições de uso restrito, violando normas legais.
✨ O relatório do delegado afirmou que não se vislumbra crime de posse ilegal por parte de Bolsonaro.
O inquérito sugere que Estácio Leite foi chamado para investigar um problema na arma e que os familiares de Bolsonaro estavam cientes do ocorrido. Segundo o sargento, a pistola foi retirada da residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar com a autorização da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Após resolver o problema da pistola, Estácio Leite aguardou a devolução, mas, como Michelle não estava disponível devido a uma viagem, decidiu levar a arma para casa.
Ao passar pela blitz, a arma foi vista pelos policiais durante a abordagem. O relatório indica que, apesar da apreensão, há um registro válido da pistola em nome de Bolsonaro e que não existem restrições quanto à posse dela em sua residência.
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