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Saúde
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Clara Ann White Crane dança ao deixar hospital após AVC em Montana

Mulher da tribo Cheyenne do Norte supera paralisia e celebra vida

Acro Rodrigues18 de junho de 2026 às 14:55
Clara Ann White Crane dança ao deixar hospital após AVC em Montana

Após um grave acidente vascular cerebral (AVC), Clara Ann White Crane, membro da tribo Cheyenne do Norte, deixou o hospital em Montana de forma surpreendente: dançando e celebrando sua recuperação.

White Crane, que havia perdido a capacidade de andar e falar em decorrência do AVC, superou desafios significativos durante sua reabilitação. Em seu relato, ela expressou gratidão pela vida e pelo apoio recebido durante o tratamento.

Os Sintomas e o Diagnóstico

Em 29 de maio, Clara começou a sentir sintomas preocupantes enquanto trabalhava como cuidadora. Ela descreve um formigamento pelo corpo e, após ser avisada por um residente, buscou ajuda médica. Ao chegar ao Hospital Crow Northern Cheyenne, ela desmaiou e foi rapidamente levada para exames, onde descobriram que sua pressão arterial estava altíssima.

Transportada de helicóptero para o Hospital St. Vincent em Billings, Clara acordou sem sentir o lado direito do corpo, marcando o início de uma luta intensa contra a paralisia. 'Essa foi a primeira vez que me senti completamente impotente', revelou.

Determinação e Reabilitação

Optando por reabilitação no Hospital de Reabilitação de Montana, Clara tinha um objetivo claro: voltar a andar e dançar. 'Enquanto muitos esperam que possam fazer algo, eu dizia: Vou dançar', compartilhou ela, refletindo sobre sua determinação.

"

Ela se mostrou uma paciente fenomenal

Sammi Jorgensen, enfermeira.

Ainda enfrentando dias difíceis, Clara encontrou força em sua família e cultura. Seu marido a encorajou com palavras de apoio, ressaltando suas raízes como 'Cheyennes lutadores'.

Após duas semanas, Clara conseguiu se locomover de forma independente e estava pronta para dançar.

A terapeuta ocupacional, Andrea Dougherty, expressou sua admiração pela recuperação rápida de Clara, afirmando que é uma honra ter participado de seu processo de cura. Clara finalizou dizendo: 'Nunca se deve dar a vida como garantida. Estou dançando, devagar, mas dançando.'

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