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tecnologia
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China bloqueia aquisição da Meta de agente de IA Manus

Decisão reflete tensões entre Pequim e Washington na tecnologia

Mariana Souza27 de abril de 2026 às 10:45
China bloqueia aquisição da Meta de agente de IA Manus

Na última segunda-feira, 27 de dezembro, a China decidiu proibir a aquisição do Manus, um agente de inteligência artificial da startup Butterfly Effect, pela gigante americana Meta. Esta ação evidencia o aumento da rivalidade entre os dois países no campo das tecnologias emergentes.

O anúncio ocorreu após a Meta ter anunciado, em dezembro de 2025, que havia chegado a um acordo para adquirir o Manus, considerado um dos avanços mais promissores na área de IA autônoma, responsabilidade da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China.

Pequim exige a anulação da operação, destacando preocupações sobre o investimento estrangeiro no setor de tecnologia.

O órgão chinês declarou em comunicado que a decisão visa a proteção das inovações locais e que exige que as partes envolvidas suspendam a aquisição. Especialistas já haviam previsto a possibilidade de um bloqueio, considerando o fortalecimento das regulamentações do governo chinês.

Em março, o Financial Times havia reportado que os cofundadores da Butterfly Effect estavam proibidos de deixar a China, o que levantou ainda mais questões sobre a operação. Em resposta, a Meta declarou que a aquisição estava em conformidade com a legislação vigente.

A crescente competição entre as potências no setor de IA ressalta a importância dessa tecnologia para o futuro econômico global. O Manus, que ganhou notoriedade em março de 2025 após um vídeo de demonstração que viralizou, é diferente de assistentes conversacionais, como o DeepSeek e o ChatGPT, focando em autonomia e inteligência aprimorada.

Contexto

A disputa tecnológica entre China e Estados Unidos é marcada por batalhas em várias frentes, incluindo inteligência artificial, telecomunicações e segurança cibernética, refletindo interesses econômicos e estratégicos mais amplos.

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