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AIEA e FAO lançam projeto para combater mosca-da-bicheira na América

Iniciativa de cinco anos visa controlar surto em regiões afetadas

Giovani Ferreira22 de junho de 2026 às 10:50
AIEA e FAO lançam projeto para combater mosca-da-bicheira na América

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) iniciaram um projeto emergencial com duração de cinco anos para erradicar o avanço da mosca-da-bicheira na América Central, México e Estados Unidos.

O projeto conta com um financiamento de US$ 1 milhão e envolve especialistas de mais de 20 países.

Essa praga é conhecida por causar graves danos aos animais, pois suas larvas se alimentam de tecidos vivos, potencialmente levando a infecções mortais.

Aumento de casos e desafios enfrentados

Recentemente, foram confirmados sete casos da mosca-da-bicheira nos Estados Unidos, sendo seis deles no Texas, marcando a primeira ocorrência do vetor no país em mais de quatro décadas.

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A rápida disseminação do parasita é atribuída à mudança climática e ao trânsito ilegal de rebanhos

AIEA e FAO.

Para a efetiva contenção da praga, especialistas alertam para a necessidade de liberar até 600 milhões de moscas estéreis semanalmente, enquanto a única biofábrica disponível atualmente tem capacidade para produzir apenas 100 milhões.

Contexto do projeto

A resposta internacional tem sido limitada, e os planos incluem aumentar a produção em Metapa de Domínguez, México, e Mission, Texas, para eventualmente atingir 400 milhões de insetos estéreis por semana.

Apesar do orçamento e das metas estabelecidas, o material divulgado não especifica detalhes sobre o cronograma operacional nem os custos envolvidos.

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