Doenças fúngicas ameaçam produtividade em lavouras brasileiras
Desafios silenciosos comprometem o rendimento agrícola

Doenças fúngicas que permanecem ocultas nos primeiros estágios das lavouras têm afetado significativamente a capacidade produtiva antes mesmo de serem detectadas. Esses patógenos são considerados os principais responsáveis pela desestabilização financeira e pela diminuição do rendimento nas colheitas de diversas propriedades agrícolas.
A saúde das folhas e um manejo preventivo, especialmente focando na parte inferior das plantas, são cruciais para que agricultores de cultivos como soja, milho e algodão alcancem uma maior eficiência na produção.
✨ Produtores enfrentam doenças que surgem precocemente e evoluem rapidamente.
Nos últimos anos, o setor agrícola tem enfrentado inúmeros desafios, em especial devido às doenças que aparecem cedo e, muitas vezes, de forma não visível, comprometendo a capacidade das plantas em gerar energia.
Doenças Comuns nas Culturas
Na cultura da soja, destacam-se problemas como a mancha alvo, tombamento e anomalias. Já no milho, as enfermidades bipolares, diploide e fusárium podem provocar perdas substanciais, dificultando a recuperação dos danos mesmo nas fases finais do ciclo das culturas.
Estratégias de Manejo
Especialistas sugerem que a antecipação do manejo e o reforço das aplicações durante o ciclo de cultivo, com ênfase nas folhas inferiores e nas primeiras folhas, são medidas vitais para proteger o potencial produtivo das lavouras.
A manutenção da saúde do terço inferior da planta é especialmente importante, já que essa área concentra a maior parte da produtividade.
Avanços Tecnológicos no Controle
A pesquisa e a inovação da indústria desempenham um papel crucial em desenvolver um manejo inteligente para combater doenças. A utilização de novas moléculas, como a família Revisol, tem demonstrado eficácia no controle de patógenos, otimizando custos e aumentando a seletividade nas ações de manejo.
Resultados em Campo
Produtores que implementaram essas abordagens, como Leonardo em Lucas do Rio Verde, já notam impactos positivos nas safras de soja e milho. Optar por um manejo preventivo, ao invés de corretivo, tem se revelado mais efetivo, resultando em aumentos significativos na produtividade.
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