Estudos revelam produtividade e adaptação de híbridos de milho em diferentes regiões.

Ensaios realizados pelo INTA e pelo CREA revelaram que híbridos de milho precoce apresentam diferenças notáveis em produtividade e adaptação a diferentes ambientes durante a safra 2025/26.
Os testes, que incluíram até 30 híbridos, foram realizados em condições reais de produção e abordaram aspectos como rendimento, estabilidade e comportamento agronômico, com dados coletados de várias localidades em Córdoba e Santa Fe.
✨ A produtividade média geral foi de 12.683 kg/ha, com Marcos Juárez tendo a maior média de 15.866 kg/ha.
Durante os testes em nove localidades, a rede Marcos Juárez revelou um desempenho significativo, onde o híbrido NS 7765 VIP3, da Nidera, se destacou com uma média de 13.428 kg/ha.
"A campanha foi favorável ao milho precoce, com um bom armazenamento de umidade nos solos
O CREA Sur de Santa Fe também obteve resultados expressivos, com uma produtividade média de 13.882 kg/ha, destacando o híbrido ACA 471 VIP3 com 14.562 kg/ha.
Os ensaios do INTA Oliveros, que avaliaram 22 híbridos, mostraram uma produtividade média de 12.525 kg/ha, destacando o BASF 5575 VT3 Pro com 12.526 kg/ha.
✨ A comparação dos híbridos indicou que as condições de irrigação e manejo estão diretamente relacionadas ao sucesso da colheita.
Pagnan enfatizou que a adaptação dos híbridos muda conforme os potenciais de produtividade dos locais, o que requer um ajuste nas estratégias de manejo.
Os pesquisadores avaliaram a relação entre rendimento e produtividade média para melhor posicionar os híbridos em diferentes contextos de cultivo.
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