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agricultura
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Soja no Brasil permanece estável em dia de negociações lentas

Mercado enfrenta calmaria após dias de alta atividade

Gabriel Rodrigues07 de julho de 2026 às 18:20
Soja no Brasil permanece estável em dia de negociações lentas

Na terça-feira (7), o mercado brasileiro de soja não apresentou movimentações agressivas, finalizando o dia com uma rotina de negociações mais modesta. Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, afirmou que, enquanto na sessão anterior houve grandes volumes de negócios especialmente em estados como Goiás e Minas Gerais, o dia de hoje se caracterizou pela tranquilidade.

Silveira destacou que a calmaria no mercado foi influenciada pela falta de grandes oscilações na Bolsa de Chicago e pela estabilidade do dólar. "Hoje, os participantes do mercado tendem a evitar riscos excessivos, especialmente após o relatório do USDA na última sexta-feira", comentou.

Os preços da soja mantiveram-se firmes, com pequenas altas nas principais regiões produtoras do Brasil.

Movimentação dos preços da soja

Confira as cotações de soja em diferentes localidades: - Passo Fundo (RS): de R$ 134,00 para R$ 135,00 - Santa Rosa (RS): de R$ 135,00 para R$ 136,00 - Cascavel (PR): de R$ 128,00 para R$ 129,50 - Rondonópolis (MT): de R$ 120,00 para R$ 121,00 - Dourados (MS): de R$ 120,00 para R$ 120,50 - Rio Verde (GO): permanece em R$ 122,00 - Paranaguá (PR): de R$ 139,00 para R$ 140,50 - Rio Grande (RS): de R$ 140,00 para R$ 141,00

Além do cenário nacional, os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago tiveram uma leve alta, seguindo a sequência de compra observada anteriormente. A presença da China como compradora, com a estatal COFCO adquirindo significativas quantidades de soja dos EUA, também ajudou a sustentar os preços. De acordo com traders, a estatal comprou pelo menos cinco cargas, totalizando cerca de 300 mil toneladas.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou que 64% das plantações de soja estavam em condições boas ou excelentes, um leve recuo em relação à semana anterior, complicando as expectativas do mercado.

Em relação ao câmbio, o dólar comercial teve um crescimento de 0,39%, sendo negociado a R$ 5,1526 para venda. A moeda variou entre a mínima de R$ 5,1291 e a máxima de R$ 5,1626 durante o período.

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