Atualização do Zarc redefine regras para cultivo de milho no Brasil
Novas diretrizes buscam mitigar riscos climáticos na produção agrícola.

Recentemente, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o milho grão recebeu uma atualização significativa, refletindo avanços na classificação dos solos e na análise climática. As novas diretrizes foram publicadas no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (10).
Mudanças Importantes na Classificação de Solos
As regras recém-definidas revisam a classificação dos solos considerando a capacidade de água disponível. Agora, os solos são organizados em seis classes, desde AD1, que indica uma baixa retenção de água, até AD6, que representa alta capacidade de armazenamento hídrico. Essa nova abordagem oferece uma melhor caracterização das condições de cultivo, superando a metodologia anterior que utilizava apenas três grupos.
✨ Nova classificação objetiva detalhar as condições do solo para uma agricultura mais resiliente.
Incorporando Dados Meteorológicos Recentes
Além da atualização na classificação, foi realizada uma incorporação de novos dados climáticos. O estudo passou a incluir informações de precipitação e temperatura oriundas de um número maior de estações meteorológicas, fornecendo uma base mais robusta para a determinação dos períodos ideais de semeadura com menor risco climático.
"A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.
Contexto
A atualização do Zarc é fundamental, dado o aumento da variabilidade climática nos últimos anos, incluindo eventos extremos como secas e chuvas excessivas.
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