Produção reduzida de feijão no RS impede Brasil de importar o produto, afirma Ibrafe
Produtores gaúchos detêm apenas 2,2% da produção nacional, revela instituto

O Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe) assegura que, apesar das perdas no Rio Grande do Sul devido às enchentes, o país não precisará importar feijão. Com uma safra prevista de 3,2 milhões de toneladas de feijão no Brasil, sendo que o Rio Grande do Sul contribui com 2,2% desse total, a entidade enfatiza que não há necessidade de importação.
Essa posição é uma resposta à declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mencionou a possibilidade de importar arroz e feijão para conter os preços dos alimentos, fator que impactou sua popularidade nos últimos meses.
Em relação à pressão inflacionária, o Ibrafe destaca que os preços no campo têm diminuído nos últimos 30 dias, registrando uma queda de 43% em comparação ao ano passado. A entidade prevê que os supermercados também vão reduzir os preços em breve, repassando essas baixas aos consumidores. Portanto, segundo o Ibrafe, a exportação dos excedentes de produção de feijão no Brasil é necessária, ao invés da importação.
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Por Fernanda Pressinott — São Paulo
Jornalista especializado em Agronegócio
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