Desempenho do milho depende mais de manejo do que de seca
Estudo revela que cuidados com o solo superam eventos climáticos.

Um novo estudo indica que a estrutura do solo e o manejo fisiológico têm mais impacto na produtividade do milho do que os períodos de estiagem, revelando a importância de um manejo adequado desde o início do ciclo da safra.
O mês de junho, frequentemente associado à transição entre expectativa e resiliência na safrinha, traz à tona a importância de um manejo que antecipa os efeitos da seca. À medida que as temperaturas aumentam e a janela hídrica se estreita, o foco deve estar na saúde do solo para garantir o sucesso das colheitas.
"A seca não começa quando falta água. Ela começa quando a planta perde a capacidade fisiológica de reagir ao ambiente. E essa capacidade está diretamente ligada ao manejo realizado ao longo da safra.
✨ Produtores brasileiros perderam em média 10 sacas por hectare devido a ineficiências no manejo, mais do que pela variação climática.
O estudo da Equipe Field Crops mostra que condições adversas como secas e calor excessivo geram um aumento na produção de Espécies Reativas de Oxigênio (ROS). Essas moléculas podem prejudicar o desempenho das plantas ao danificar células, reduzir a fotossíntese e acelerar o envelhecimento dos tecidos vegetais.
Saúde do solo é fundamental
Um solo bem estruturado e biologicamente ativo, com raízes mais profundas, permite que as plantas absorvam melhor água e nutrientes, além de suportar períodos de seca de maneira mais eficiente. Isso no contexto de um clima em constante mudança é crucial para garantir a resiliência das culturas.
A tecnologia de priming, que visa preparar as plantas para estresses futuros, está se destacando, combinando processos que melhoram a resistência da cultura. Entre essas inovações, o ResiliMax, desenvolvido pela Vitalforce, se destaca ao unir extratos de algas marinhas com nutrientes essenciais.
Contexto do ResiliMax
O ResiliMax melhora o metabolismo das plantas, favorecendo a absorção de água e nutrientes e ajudando na proteção contra estresses ambientais.
Com a crescente variabilidade climática, é evidente que uma gestão eficiente do solo e das práticas agrícolas se torna imperativa. Assim, a instrução para a safrinha é clara: a produtividade não depende apenas da chuva, mas também da qualidade do manejo realizado ao longo do ciclo.
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