Feijão-carioca tem alta de 2,86% com demanda aquecida
Mercado mostra valorização sólida em meio à transição de safra

O feijão-carioca viu um aumento significativo de preço na última semana, à medida que o mercado transiciona entre a primeira e a segunda safra. Este cenário é impulsionado por uma demanda intensa e pela escassez de grãos de qualidade superior, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Em 24 de abril, os preços na região de Itapeva, em São Paulo, alcançaram R$ 368,54 para a saca de 60 quilos do feijão-carioca de qualidade elevada, representando uma valorização de 2,86% em comparação à semana anterior. O Cepea destaca que essa movimentação sugere um mercado robusto, com uma aceitação considerável dos compradores por lotes mais refinados.
✨ A valorização é reflexo de um desequilíbrio temporário entre oferta e demanda por grãos de qualidade.
Por outro lado, o feijão-preto enfrenta uma situação diferente, com a demanda instável que restringe o crescimento dos preços, mesmo quando há uma oferta reduzida em algumas ocasiões. Na mesma data, o preço do feijão-preto no sul do Paraná foi de R$ 161 a saca de 60 quilos, marcando uma queda de 1,94% na semana.
Contexto do mercado
A diferença entre os dois tipos de feijão destaca como a qualidade dos grãos e as variações na demanda podem afetar drasticamente os preços no mercado agrícola.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Feijão-carioca registra alta em abril após queda inicial
Mudanças nas cotações do feijão refletem as condições do mercado

Cotações da Mandioca Sobem Novamente em Função da Oferta Limitada
Aumento contínuo nos preços reflete a baixa disponibilidade da raiz nas regiões analisadas pelo Cepea

Milho e soja têm queda significativa na bolsa de Chicago
Expectativa de relatório do USDA impacta preços das commodities

Cotações do algodão seguem em alta no Brasil, mas recuam em junho
Algodão atinge maior preço em quase um ano, mas inicia junho com queda





