Voltar
Agronegócio
2 min de leitura

Fertilizantes no Brasil: preços altos mesmo com demanda fraca

O mercado se mantém resistente apesar das incertezas econômicas.

Mariana Souza14 de maio de 2026 às 02:30
Fertilizantes no Brasil: preços altos mesmo com demanda fraca

Mesmo em um cenário de consumo fraco, o mercado brasileiro de fertilizantes segue registrando preços em alta. A StoneX destaca que essa elevação dos preços CFR está atrelada à oferta reduzida e aos custos de produção ainda elevados.

Fatores que Influenciam os Preços

Embora a demanda tenha diminuído, não houve uma queda significativa nos preços, refletindo um delicado equilíbrio entre a cautela dos compradores e as restrições que limitam a oferta no mercado internacional.

Os custos elevados e a pressão dos fretes marítimos continuam a sustentar os preços dos fertilizantes.

Nitrogenados e Fosfatados

No segmento dos fertilizantes nitrogenados, foram observadas quedas moderadas, principalmente em função da menor demanda. Contudo, é importante ressaltar que as correções de preço não devem ser amplas devido aos entraves logísticos que persistem, impulsionados pelo conflito em curso.

Para os fosfatados, a situação é diferente. A firmeza do mercado é sustentada por altos custos de insumos e incertezas que impedem uma queda acentuada nas cotações, mesmo com a postura cautelosa dos compradores.

Segmento de Potássicos

Os potássicos permaneceram relativamente estáveis, apresentando poucas alterações em seu preço. Este segmento parece ser o menos afetado pelo conflito atual, o que contribui para manter a sua estabilidade no mercado.

Em suma, mesmo com um cenário de demanda mais fraca, os preços dos fertilizantes no Brasil continuam a resistir a quedas mais drásticas. A combinação de custos altos, oferta restrita e dificuldades logísticas influi significativamente no comportamento do mercado.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de Agronegócio