Voltar
Agronegócio
2 min de leitura

Grãos fecham em alta após relatório do USDA

Preços sobem na bolsa de Chicago, impulsionados por novas projeções de oferta e demanda.

Gabriel Rodrigues10 de julho de 2026 às 16:00
Grãos fecham em alta após relatório do USDA

Na sexta-feira, 10 de julho de 2026, os preços dos grãos na bolsa de Chicago registraram um aumento acentuado após a publicação do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A soja, milho e trigo foram os principais protagonistas da alta.

Soja

O contrato de soja com entrega em agosto de 2026, que é o mais negociado, viu seu preço subir 1,09%, sendo cotado a US$ 11,90 por bushel. Os dados do USDA indicam não apenas uma elevação na produção, mas também um aumento na demanda global por soja, enquanto os estoques para o próximo ciclo estão menores.

Milho

O milho também experimentou um crescimento, apesar dos principais indicadores do relatório de oferta e demanda terem se mantido estáveis em relação ao mês anterior. A produção mundial foi avaliada em 1,297 bilhão de toneladas, apresentando uma queda de 0,2% em relação ao relatório anterior, com a colheita global 2,26% inferior à da safra de 2025/26. Os contratos para setembro de 2026 fecharam com um aumento de 1,62%, a US$ 4,38 o bushel.

Trigo

Sobre o trigo, o USDA revisou para baixo suas previsões de produção global para a safra 2026/27, agora estimada em 819,97 milhões de toneladas, levemente inferior à previsão anterior de 820,06 milhões de toneladas. Após a divulgação, os contratos para setembro de 2026 avançaram 3,15%, alcançando o valor de US$ 6,39 o bushel.

Os grãos estão ganhando força nos mercados após novas estimativas do USDA.

Contexto Adicional

Os relatórios do USDA são fundamentais para o mercado agrícola, pois influenciam diretamente as decisões de compra e venda dos produtores e investidores, afetando os preços em nível global.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de Agronegócio