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Agronegócio
2 min de leitura

Infestação de pulgão-do-milho ameaça produtividade nas lavouras

Praga pode reduzir colheita em até 60% se não controlada a tempo

Tiago Abech28 de abril de 2026 às 16:10
Infestação de pulgão-do-milho ameaça produtividade nas lavouras

O surgimento de focos da praga conhecida como pulgão-do-milho está preocupando os produtores, pois pode comprometer a produtividade das lavouras de milho em um curto período.

Embora o milho apresente um bom desenvolvimento até o momento, a presença de pequenos pontos nas folhas é um sinal de infestação que tende a se agravar em climas quentes e com chuvas irregulares.

A infestação pode reduzir a produção em até 60%, especialmente durante a fase vegetativa das plantas.

Conforme apontado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, as condições climáticas atuais favorecem a rápida multiplicação do pulgão, podendo as plantas sofrer perdas significativas se o ataque não for controlado.

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O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, e o impacto começa a aparecer na lavoura.”

Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO

À medida que a infestação avança, sintomas como clorose e folhas amareladas tornam-se mais evidentes. Além disso, a presença de uma camada pegajosa pode favorecer o desenvolvimento de fumagina, que reduz a capacidade de absorção de luz pela planta.

Importância do Monitoramento

Especialistas recomendam o monitoramento constante das lavouras para detectar a infestação precocemente, permitindo uma intervenção rápida.

A adoção de medidas de controle logo que os primeiros sinais são notados pode limitar a proliferação do pulgão e minimizar o impacto no desenvolvimento das plantas.

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O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Produtos à base de contato, ingestão e efeito sistêmico controlam a praga rapidamente, especialmente em regiões de alta pressão.”

Bruno Vilarino

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