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Agronegócio
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Infestação de pulgões pode afetar lavouras de milho

Atenção ao monitoramento é crucial para evitar perdas na produção

Mariana Souza30 de abril de 2026 às 02:15
Infestação de pulgões pode afetar lavouras de milho

O aumento das pragas nas lavouras de milho requer vigilância constante, especialmente em épocas de calor e chuvas irregulares. Esses fatores favorecem o surgimento de insetos, que podem se proliferar rapidamente e afetar negativamente a saúde das plantas desde as fases iniciais do cultivo.

Um dos principais inimigos é o pulgão-do-milho, que se acomoda nas folhas e se alimenta da seiva, prejudicando o fornecimento de nutrientes essenciais para o desenvolvimento da planta. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, essa praga pode se multiplicar em questão de dias, resultando em perdas de até 60% da colheita, especialmente se o ataque acontecer durante a fase vegetativa, quando a planta é mais vulnerável.

Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, uma joint venture entre Bunge e UPL, ressalta que as infestações iniciais frequentemente passam despercebidas. Com o agravamento do problema, o milho começa a apresentar perda de vigor, desaceleração no crescimento e os sintomas se tornam visíveis.

Os sinais incluem clorose, ou seja, folhas amareladas, e um aspecto de murcha.

Frequentemente, uma camada pegajosa se forma na superfície das folhas, favorecendo o desenvolvimento da fumagina, um pó escuro que obstrui a passagem da luz solar e prejudica a fotossíntese.

Para mitigar esses riscos, é fundamental intensificar o monitoramento das plantas desde o início do plantation, com caminhadas regulares para uma observação atenta. O controle químico nas fases iniciais da infestação é considerado uma estratégia crucial para limitar o avanço do pulgão.

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O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta.

O Sperto, produto da UPL Brasil disponível por meio da ORÍGEO, é recomendado para esse tipo de situação, apresentando eficácia tanto por contato quanto por ingestão, além de um efeito sistêmico. Vilarino afirma que o controle deve ser rápido, especialmente em áreas onde a pressão das pragas é elevada.

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