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Agronegócio
2 min de leitura

Percevejo-Marrom: A Praga Que Ameaça a Soja no Brasil

Entenda como o controle antecipado pode mitigar os danos causados por essa praga nas lavouras.

Camila Souza Ramos30 de março de 2026 às 15:45
Percevejo-Marrom: A Praga Que Ameaça a Soja no Brasil

O complexo de percevejos, que inclui diversas espécies, afeta inicialmente as lavouras de soja, apresentando diversas colorações e diferentes capacidades de dano. O percevejo-marrom, cientificamente denominado Euschistus heros, é considerado a principal ameaça à cultura no Brasil, podendo causar perdas de até 30% na produção.

Impactos Econômicos e Agronômicos

Luiz Henrique Marcandalli, agrônomo e diretor de marketing da Rainbow Agro, destaca a gravidade da sua presença nas lavouras: “Estamos falando de mais de 50 milhões de toneladas de soja que enfrentam os danos causados por esse inseto”. De acordo com dados da Embrapa, os danos causados pelos percevejos na última safra de soja foram avaliados em aproximadamente R$ 12 bilhões.

Percevejos atacam as estruturas das plantas, afetando vagens e ramos, além de injetar toxinas que prejudicam o crescimento da soja.

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O controle antecipado é fundamental para reduzir a presença da praga

Cecília Czepak, Universidade Federal de Goiás

Importância do Controle Preventivo

Focar no controle desde os primeiros estágios da infestação é essencial para proteger as colheitas e minimizar os danos.

Especialistas recomendam o Manejo Integrado de Pragas, que combina monitoramento, técnicas de intervenção e uso equilibrado de inseticidas como formas eficazes de combate. Entre as opções disponíveis para o controle do percevejo-marrom, está o inseticida Aceway da Rainbow Agro.

Aceway utiliza uma combinação de acetamiprido e bifentrina, proporcionando controle eficaz, rápido e duradouro dos percevejos, incluindo os adultos.

Marcandalli enfatiza que esta tecnologia melhora a eficiência do manejo da praga. “Essa combinação poderosa resulta em um controle eficaz, sendo aplicável em diversas fases da cultura e reduzindo assim a possibilidade de reinfestação, graças à sua ação residual”, conclui.

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