Preço da manga palmer reage após dois meses de queda
Aumento na demanda e oferta restrita impulsionam cotações.

Na última semana, o valor da manga palmer exibiu um leve aumento em todo o Brasil, após dois meses consecutivos de queda. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) atribui essa reação à oferta limitada e ao crescente interesse dos consumidores pela fruta.
Dados do Cepea indicam que, na quinta-feira (2/4), o preço do quilo da manga no atacado da Grande São Paulo atingiu R$ 4,28, refletindo uma alta de 3,63% em comparação à semana anterior.
Em Nossa Senhora do Livramento, na Bahia, a cotação média subiu para R$ 1,52 por quilo, o que representa um impressionante aumento semanal de 28,8%. No Vale do São Francisco, o crescimento foi um pouco menor, com a fruta passando a custar R$ 1,40 por quilo, uma elevação de 2,94%.
Apesar da valorização recente, o Cepea alerta que não há garantias de que essa tendência de alta se manterá nas próximas semanas. A normalização do ritmo de colheitas e a incerteza sobre o escoamento da produção para o mercado internacional, agravada pela concorrência das exportações africanas, podem influenciar negativamente os preços.
✨ A alta recente nos preços da manga é atribuída à oferta limitada e à crescente demanda.
Contexto
As condições de mercado para a manga palmer são impactadas por fatores como colheitas sazonais e competição internacional.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Biotrop apresenta inovações no Showtec 2026 em Maracaju
Soluções biológicas buscam apoiar agricultores e sustentabilidade

Crescimento do mercado de frutas tropicais no Sul da Itália
Manga e abacate se destacam na Macfrut 2026 em Rimini

Lançamento de Cervino Gold promete revolucionar manejo de plantas daninhas
Novo herbicida chega para facilitar o cultivo da soja

Bayer licencia genética de trigo da RAGT para expandir vendas
Objetivo é aumentar produtividade e receitas até 2040





