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Agronegócio
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Preços de fertilizantes no Brasil sobem 63% e afetam agricultores

Aumento nos custos de produção gera dificuldades para a agricultura nacional

Camila Souza Ramos28 de abril de 2026 às 16:10
Preços de fertilizantes no Brasil sobem 63% e afetam agricultores

Os preços dos fertilizantes no Brasil subiram até 63%, resultando em um impacto significativo sobre os custos de produção e a relação de troca dos agricultores, que agora enfrentam um dos piores cenários em anos.

Esse aumento desenfreado é alimentado por fatores externos, incluindo o conflito no Oriente Médio, e pela elevada dependência do Brasil de importações desse insumo vital.

Atenção aos preços dos insumos

Desde o início da crise, o preço da ureia, um dos principais fertilizantes, já teve um incremento superior a 60%. Insumos nitrogenados, em geral, seguem a mesma tendência, elevando a pressão sobre as margens de cultivo, em especial para as culturas de milho e soja.

Relação de troca em baixa

Os produtores estão atualmente precisando de cerca de 60 sacas de milho para conseguir adquirir uma tonelada de ureia, configuração que representa um dos piores índices de troca dos últimos anos.

Decisões em meio à crise

Com a incerteza pairando e os preços nas alturas, muitos agricultores optam por postergar decisões cruciais. No entanto, o calendário da próxima safra avança, forçando os produtores a se ajustarem rapidamente a essa nova realidade.

Alternativas e estratégias

Especialistas recomendam que os agricultores reavaliem suas práticas de cultivo, considerando opções mais sustentáveis. A tecnologia disponível pode oferecer uma análise mais precisa do solo e possibilitar o uso eficiente de insumos.

Pressão crescente sobre o governo

A situação atual tem gerado uma pressão crescente sobre o governo, que é instado a encontrar soluções para a crise dos fertilizantes. A falta de diálogo entre autoridades e produtores representa um desafio crítico que necessita de atenção.

Custa cada vez mais caro produzir no Brasil.

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