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Agronegócio
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São Paulo deve bater recorde na safra de grãos 2025/26

Produção total alcançará 12,14 milhões de toneladas devido a aumento de áreas cultivadas

Gabriel Rodrigues30 de julho de 2026 às 13:10
São Paulo deve bater recorde na safra de grãos 2025/26

A safra de grãos no estado de São Paulo promete estabelecer um novo recorde para o ciclo 2025/26, com uma produção total de 12,14 milhões de toneladas. Essa expectativa é impulsionada pelo aumento da área cultivada e pela produtividade média das lavouras.

Os dados foram apresentados no recente 'Relatório de acompanhamento mensal da safra de grãos', elaborado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) em colaboração com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O levantamento revela que a soja deve ser a protagonista, com uma produção recorde no estado e um impacto positivo no total nacional.

Produção de soja em São Paulo está prevista em 5,37 milhões de toneladas, 1,7% a mais que no ciclo anterior.

Apesar da projeção de uma redução de 1,2% na produtividade, a cultura da soja ainda se destaca, com expectativas de produção de 5,37 milhões de toneladas, o que representa um aumento em relação às 5,26 milhões de toneladas da safra 2024/25, que já havia estabelecido um recorde histórico.

Outras culturas também apresentaram resultados positivos, como o amendoim, que deve alcançar 1,03 milhão de toneladas, um crescimento notável de 11,6%. Já o milho, cuja produção é projetada em 4,58 milhões de toneladas, terá um aumento de 4,1% em relação ao ciclo anterior.

Panorama Nacional

A produção de grãos no Brasil deve alcançar 360,1 milhões de toneladas no ciclo, um aumento de 2,2% em relação ao ano anterior. A soja lidera esse crescimento com uma previsão de 180,6 milhões de toneladas.

Para as culturas em nível nacional, a soja se destaca em um novo recorde previsto, enquanto o milho também deve crescer, favorecido por condições climáticas favoráveis e a expectativa de preços atrativos. No entanto, as projeções para a terceira safra foram revistas para baixo devido à diminuição das chuvas nas principais regiões de cultivo.

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