PF e PGR rejeitam delação de ex-CEO do Banco Master
Daniel Vorcaro não fornece informações novas para investigações

A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) decidiram não aceitar mais uma proposta de delação do ex-CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro, em um desdobramento que pode influenciar as investigações em curso.
A PF optou por encerrar o acordo de confidencialidade que existia com Vorcaro, enquanto a PGR continuará a dialogar com o banqueiro. Segundo informações da revista CartaCapital, a proposta apresentada no dia 6 de maio não trouxe novas respostas e repetiu dados já conhecidos a partir dos celulares apreendidos.
✨ A proposta de Vorcaro foi considerada insuficiente e repetitiva, não oferecendo elementos novos às investigações.
Para que o processo de delação avance, a PGR avaliará se Vorcaro conseguirá modificar sua proposta, já que as informações que ele trouxe foram vistas como limitadas. Na segunda-feira, o banqueiro foi transferido para uma cela comum na sede da PF em Brasília, perdendo o status de sala especial, reflexo da falta de colaboração em sua nova proposta.
A defesa de Vorcaro está utilizando uma estratégia considerada arriscada, buscando uma composição da Segunda Turma do tribunal para possível absolvição baseada em mérito, ou até a anulação das provas devido a vazamentos.
As investigações da PF em torno do ex-CEO do Banco Master afloram um esquema de fraude financeira de grandes dimensões, corrupção e manipulação de organizações reguladoras, com a suspeita de que Vorcaro tenha inflacionado carteiras de crédito para enganar sobre os resultados da instituição.
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