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Brasil
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Ex-chefe da entidade eleitoral do Peru é investigado por conluio

Ação da polícia ocorre após a renúncia de Piero Corvetto.

Fernanda Lima24 de abril de 2026 às 14:10
Ex-chefe da entidade eleitoral do Peru é investigado por conluio

A polícia peruana conduziu, na última sexta-feira, uma operação na residência de Piero Corvetto, ex-diretor da entidade eleitoral responsável pelas eleições gerais no país, como parte de uma investigação por suposto conluio agravado.

Corvetto pediu renúncia ao cargo na terça-feira, dia 21, um dia antes de ser chamado para prestar depoimento ao Ministério Público sobre problemas significativos ocorridos durante a votação em 12 de abril, que atrasaram a apuração dos votos.

Busca coordenada

A operação na casa de Corvetto foi apenas uma das várias buscas realizadas simultaneamente em diversos endereços, conforme informou a polícia. O foco das investigações é descobrir eventuais acordos ilegais que possam ter afetado os recursos do Estado durante momentos críticos na eleição.

Atrasos na distribuição de materiais impediram mais de 50 mil eleitores de votar, resultando em um dia adicional de votação.

A missão de observação eleitoral da União Europeia identificou 'sérias falhas' durante o processo, porém, não conseguiu encontrar 'provas objetivas' de fraudes, como afirmado pelo candidato ultraconservador Rafael López Aliaga.

Com o Brasil ainda sem definição em relação ao segundo turno marcado para 7 de junho, a candidata direitista Keiko Fujimori já garantiu sua vaga, e a disputa por outra posição está acirrada entre Roberto Sánchez e López Aliaga, com uma ligeira vantagem de cerca de 20 mil votos para Sánchez.

Os resultados finais das eleições, segundo o Júri Nacional de Eleições (JNE), não devem ser conhecidos antes de 15 de maio, devido aos atrasos na conclusão da apuração realizada pelo Escritório Nacional de Processos Eleitorais (Onpe).

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