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Justiça
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Investigação sobre crimes de misoginia em caso de Maria Eduarda avança

Ministério Público de SP apura comentários misóginos após morte de jovem

Acro Rodrigues26 de junho de 2026 às 14:45
Investigação sobre crimes de misoginia em caso de Maria Eduarda avança

O Ministério Público de São Paulo iniciou uma investigação a respeito de comentários misóginos direcionados à jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. Ela faleceu após ser lançada de uma ponte durante uma prática de rope jump em Limeira.

Publicações em redes sociais levantaram suspeitas envolvendo atos de violência sexual e insinuações de necrofilia, provocando indignação na sociedade. Diante dessa situação, as deputadas federais Erika Hilton e Tábata Amaral solicitaram ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal uma investigação detalhada do caso.

Os ataques misóginos são objeto de apuração num dos inquéritos em andamento sobre a morte de Maria Eduarda.

A promotora de Justiça Ana Maria Aiello Demadis determinou a investigação, que pode ocorrer tanto dentro do inquérito atual quanto em um novo procedimento. O trágico incidente da jovem está sob investigação em dois inquéritos distintos.

Um dos inquéritos levou ao indiciamento de três instrutores por homicídio com dolo eventual. Os indiciados são Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, todos presos.

Outro aspecto da investigação envolve a participação de mais cinco indivíduos. No último final de semana, três deles foram detidos: João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, que teria removido a câmera da jovem após sua queda; Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, supostamente responsável pelo grupo que realizava os saltos; e Gabriel Barros Martins, de 30 anos, que teria fugido da cena do crime.

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