Estudo diz que listras de zebras não resfriam, mas protegem contra insetos
Pesquisa mostra que padrão listrado não possui efeito térmico significativo.

Uma pesquisa realizada por cientistas revelou que o padrão listrado das zebras não desempenha a função de resfriamento corporal, conforme anteriormente acreditado. Em vez disso, o estudo sugere que as listras são mais eficazes na proteção contra moscas picadoras, como as tsé-tsé.
Experimento e resultados
Os pesquisadores utilizaram barris revestidos com peles de bois, zebras e cavalos para monitorar a temperatura. Os dados coletados mostraram que os modelos com listras não apresentaram diferenças significativas de temperatura em comparação aos modelos cinzas, mesmo sob luz solar intensa.
✨ O estudo mostra que o padrão de pelagem não gera correntes de ar resfriadoras e que a temperatura depende da quantidade de luz solar absorvida.
Novas perspectivas sobre a evolução das zebras
Com a hipótese da termorregulação refutada, novas teorias sobre a evolução das zebras ganham força, especialmente a de que as listras visam afastar moscas que picam. Esta é uma das 18 explicações já propostas sobre a função dessas listras.
"Pesquisas anteriores já demonstraram que as listras das zebras ajudam a interromper o pouso de moscas, tornando-as menos atraentes do que animais de pelagem sólida.
Contexto
As zebras têm sido objeto de estudos por suas características únicas. A evolução das listras é um tema amplamente debatido na biologia, com diversas hipóteses sendo propostas ao longo dos anos.
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