Universidade Federal de Lavras destaca-se na produção científica em tecnologias de solo

A Universidade Federal de Lavras (UFLA) se destaca como a principal instituição global em publicações sobre a fluorescência de raios X portátil (pXRF) na análise de solos. Essa tecnologia inovadora possibilita avaliações rápidas e de baixo custo, facilitando a aplicação direta em campo.
De acordo com um estudo realizado a partir da base SciVal da Elsevier, entre 2022 e 2026, a UFLA publicou 45 trabalhos sobre o uso de pXRF, superando outras instituições notáveis como a Universidade de São Paulo, que tem 18 publicações, a Central Michigan University com 16, e o Indian Institute of Technology Kharagpur, que contribuiu com 15 trabalhos.
O relatório também revela a predominância da UFLA entre os autores mais ativos na área, com sete dos dez principais pesquisadores vinculados à universidade, todos atuando no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo. Sérgio Henrique Godinho Silva é o mais produtivo, com 48 publicações, seguido por Nilton Curi, que tem 44 trabalhos registrados.
✨ A combinação de dados de sensores com técnicas de aprendizado de máquina é uma tendência crescente nas pesquisas, ampliando as aplicações práticas da pXRF.
O Brasil se reafirma como líder mundial na produção científica sobre pXRF aplicada à análise de solos, acumulando 70 publicações. O país é seguido de perto pela China, com 68 trabalhos, e pelos Estados Unidos, com 65. Essa produção tem um impacto significativo no desenvolvimento de políticas públicas e na sustentabilidade na agricultura.
A fluorescência de raios X portátil (pXRF) é uma tecnologia que oferece uma maneira rápida e acessível para a análise da composição dos solos, crucial para a agricultura, pesquisa ambiental e monitoramento de contaminantes.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Imagem do Curiosity viraliza com mistério sobre um objeto desconhecido.

A comunicação química é vital para o desenvolvimento vegetal

Estudo de Stanford usa inteligência artificial para criar genomas funcionais.

Estudo revela influência de herança neandertal no corpo atual