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economia
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China limita preços de combustíveis em resposta a crises energéticas

Reajuste menor busca conter efeitos da inflação para consumidores.

Gabriel Rodrigues07 de abril de 2026 às 08:55
China limita preços de combustíveis em resposta a crises energéticas

Diante da crise energética global provocada pela guerra no Oriente Médio, a China decidiu restringir o aumento dos preços locais dos combustíveis para mitigar os impactos inflacionários sobre consumidores e negócios.

Reajuste abaixo do previsto

Conforme o mecanismo quinzenal de ajuste, a expectativa era de que os preços da gasolina e do diesel subissem 800 e 770 yuans por tonelada, respectivamente. No entanto, o governo optou por um aumento menor: 420 yuans para a gasolina e 400 yuans para o diesel, com as novas tarifas em vigor desde a meia-noite desta terça-feira (7).

Volatilidade no petróleo

Após o último reajuste em 23 de março, os preços internacionais do petróleo mostraram grande volatilidade, com as incertezas do conflito no Oriente Médio afetando o mercado. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China informou que seguirá implementando ações para proteger o mercado interno das flutuações externas.

Expectativa em torno da inflação

Essa decisão acontece em um cenário de expectativa pela divulgação dos dados completos da inflação chinesa, conforme a guerra avança. Um estudo do Wall Street Journal indica que o índice de preços ao consumidor deve ter se mantido em 1,3% no comparativo anual de março, enquanto os preços ao produtor podem ter registrado alta após um período de mais de três anos em território negativo.

A China busca mitigar os impactos da inflação com o controle dos preços dos combustíveis.

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