Dólar cai para R$ 5,17 influenciado por feriado nos EUA
Queda na moeda americana reflete aumento do apetite por risco no Brasil

O dólar tinha uma ligeira desvalorização nesta sexta-feira (3), com a moeda sendo negociada na faixa de R$ 5,17 no mercado à vista. A movimentação é reflexo da queda da moeda americana no estrangeiro, da produção industrial abaixo do esperado em maio e da redução na liquidez do mercado devido ao feriado nos Estados Unidos.
Às 11h46, o dólar estava cotado a R$ 5,1770, com uma queda de 0,60%. Comparativamente, o dólar futuro, que vence em agosto, registrava uma baixa de 0,61%, sendo negociado a R$ 5,2125. Simultaneamente, o Dollar Index (DXY), que monitora o desempenho do dólar frente a outras moedas, apresentava um recuo de 0,05%.
✨ A queda do dólar é vista como um ajuste após suas altas recentes.
Cristiane Quartaroli, economista-chefe do Ouribank, explicou que o recuo do dólar é um reflexo das altas anteriores e também mencionado o resultado da produção industrial de maio, que teve uma diminuição de 0,2%, atraindo um apetite maior por risco entre os investidores.
Além disso, a economista ressaltou que o feriado nos EUA resultou em menor liquidez nos negócios, o que pode causar oscilações mais acentuadas ao longo da sessão. Esse cenário sustenta um viés de baixa para a moeda americana no Brasil, alinhado ao movimento internacional observado.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Projeção para inflação no Brasil sobe para 4,36% em 2026
Expectativa foi divulgada no Boletim Focus do Banco Central.

CVM edita resolução para fortalecer combate à lavagem de dinheiro
Nova norma entra em vigor em julho de 2026 e visa alinhar Brasil a padrões internacionais

Raízen registra R$ 27 bilhões em prejuízo ao fim de 2025/26
Recuperação extrajudicial revela reavaliação drástica de ativos

Mercado eleva previsão da Selic antes de reunião do Copom
Expectativa é que juros fiquem em 14,5% ao ano após encontro





