Voltar
economia
2 min de leitura

Exportações brasileiras para China crescem 24% em junho de 2026

Superávit comercial com a China alcança US$ 4,49 bilhões

Gabriel Rodrigues03 de julho de 2026 às 16:20
Exportações brasileiras para China crescem 24% em junho de 2026

As exportações brasileiras para a China dispararam 24,4% em junho de 2026, totalizando impressionantes US$ 12,291 bilhões. Esse crescimento foi acompanhado por um aumento nas importações, que subiram 27,1%, resultando em um superávit de US$ 4,490 bilhões para o Brasil no mês.

No acumulado do primeiro semestre de 2026, as exportações para a China cresceram 21,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 58,322 bilhões. As importações também aumentaram, mas de maneira mais modesta, com um crescimento de 8% que totalizou US$ 38,545 bilhões. O saldo comercial brasileiro com a China é de US$ 19,777 bilhões.

Relação com a Argentina e União Europeia

A situação é diferente na relação comercial com a Argentina, onde as exportações caíram 18,1% em junho, totalizando US$ 1,325 bilhão, enquanto as importações cresceram 17,2%, alcançando US$ 1,285 bilhão. O saldo resultante foi um superávit de apenas US$ 40 milhões. No total do primeiro semestre, as vendas para a Argentina caíram 19,4%, totalizando US$ 7,352 bilhões.

As vendas brasileiras para a União Europeia cresceram 32,4% em junho, alcançando US$ 4,888 bilhões.

Para a União Europeia, as exportações também mostraram um desempenho forte, subindo 32,4% em junho em relação ao ano anterior, chegando a US$ 4,888 bilhões. Já as importações do bloco cresceram 13,9%, totalizando US$ 4,708 bilhões, resultando em um superávit de US$ 180 milhões para o Brasil.

No primeiro semestre, as exportações para a União Europeia aumentaram 12,8%, totalizando US$ 26,906 bilhões, enquanto as importações recuaram ligeiramente em 0,4%, somando US$ 24,263 bilhões. O saldo comercial ficou positivo em US$ 2,643 bilhões.

Dados Relevantes

China, Argentina e União Europeia continuam sendo os principais parceiros comerciais do Brasil, junto com os Estados Unidos.

Esses dados foram divulgados na última sexta-feira pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia