Galípolo defende o PIX diante das críticas dos EUA sobre tarifas
Presidente do Banco Central destaca que sistema brasileiro é um exemplo global

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reafirmou nesta quinta-feira (25) que o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o PIX, é similar a iniciativas de vários outros países e que essa realidade precisa ser reconhecida globalmente.
✨ Galípolo comentou sobre as investigações dos EUA, que podem levar a um aumento de tarifas sobre o Brasil.
Essa afirmação surgiu em resposta a questionamentos a respeito das críticas recentes do governo dos Estados Unidos ao PIX, com acusações de que o sistema favoreceria empresas locais em detrimento de concorrentes norte-americanos.
O presidente do Banco Central ressaltou que, em termos de inovação financeira, o Brasil se encontra na vanguarda e que o PIX serve de inspiração para outros países. 'Diversas nações estão buscando entender como implementamos nosso sistema para replicá-lo', declarou Galípolo.
Críticas dos Estados Unidos
O governo americano alega que o Banco Central atua como regulador e operador do PIX, o que geraria uma vantagem competitiva que limita a ação de outras empresas. Essas alegações servem de base para a proposta de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, que surge após uma investigação do Escritório de Comércio dos EUA (USTR) sobre práticas que seriam consideradas injustas.
Especialistas acreditam que as tensões refletem o impacto crescente do PIX e sua integração no mercado financeiro internacional, além do avanço das propostas do BRICS para alternativas ao dólar.
Reação do governo brasileiro
O presidente Lula reagiu imediatamente às críticas de Trump, manifestando seu apoio ao PIX durante um evento em Goiás. Ele usou um cartaz destacando que 'O PIX é do Brasil' e exigiu uma conversa com o presidente americano para discutir as recentes demandas tarifárias.
"Essa taxação é baseada em desinformação e precisamos de diálogo para esclarecer a verdade
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Banco Central analisa impacto da guerra no Irã na balança comercial
Relatório aponta efeitos iniciais positivos, mas moderados

Banco Central reduz Selic para 14,5% em reunião do Copom
Brasil mantém alta taxa real de juros em comparação global.

Banco Central aponta que juros do cartão de crédito rotativo chegam a 436% ao ano
Altas taxas de juros pressionam o endividamento e preocupado, governo busca soluções para a população.

Banco Central projeta crescimento da indústria extrativa em 2026
A expectativa é de uma expansão de 4% na indústria extrativa, mesmo diante de desafios econômicos.





