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economia
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Galípolo defende o PIX diante das críticas dos EUA sobre tarifas

Presidente do Banco Central destaca que sistema brasileiro é um exemplo global

Mariana Souza25 de junho de 2026 às 15:25
Galípolo defende o PIX diante das críticas dos EUA sobre tarifas

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reafirmou nesta quinta-feira (25) que o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o PIX, é similar a iniciativas de vários outros países e que essa realidade precisa ser reconhecida globalmente.

Galípolo comentou sobre as investigações dos EUA, que podem levar a um aumento de tarifas sobre o Brasil.

Essa afirmação surgiu em resposta a questionamentos a respeito das críticas recentes do governo dos Estados Unidos ao PIX, com acusações de que o sistema favoreceria empresas locais em detrimento de concorrentes norte-americanos.

O presidente do Banco Central ressaltou que, em termos de inovação financeira, o Brasil se encontra na vanguarda e que o PIX serve de inspiração para outros países. 'Diversas nações estão buscando entender como implementamos nosso sistema para replicá-lo', declarou Galípolo.

Críticas dos Estados Unidos

O governo americano alega que o Banco Central atua como regulador e operador do PIX, o que geraria uma vantagem competitiva que limita a ação de outras empresas. Essas alegações servem de base para a proposta de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, que surge após uma investigação do Escritório de Comércio dos EUA (USTR) sobre práticas que seriam consideradas injustas.

Especialistas acreditam que as tensões refletem o impacto crescente do PIX e sua integração no mercado financeiro internacional, além do avanço das propostas do BRICS para alternativas ao dólar.

Reação do governo brasileiro

O presidente Lula reagiu imediatamente às críticas de Trump, manifestando seu apoio ao PIX durante um evento em Goiás. Ele usou um cartaz destacando que 'O PIX é do Brasil' e exigiu uma conversa com o presidente americano para discutir as recentes demandas tarifárias.

"

Essa taxação é baseada em desinformação e precisamos de diálogo para esclarecer a verdade

afirmou Lula.

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