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economia
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Petrobras avança com investimento na exploração de petróleo em Sergipe

Expansão do projeto SEAP promete mais de 1 bilhão de barris de óleo

Ricardo Alves14 de abril de 2026 às 09:00
Petrobras avança com investimento na exploração de petróleo em Sergipe

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 13, a expansão de seus investimentos no projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP), tornando-se uma nova fronteira para a exploração de petróleo e gás no Brasil.

O conselho de administração da estatal deu luz verde para o investimento final do módulo SEAP I, que vem após a aprovação do SEAP II em dezembro de 2025.

Durante o evento CNN Talks no início de abril, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, já havia sinalizado essa decisão. Ela explicou que a recente alta nos preços do petróleo no cenário internacional aumentou o fluxo de caixa, permitindo à empresa ampliar sua capacidade de investimento.

Com um total de investimentos superiores a R$ 60 bilhões, os módulos do SEAP estão projetados para produzir mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente, fortalecendo a oferta nacional de petróleo e gás.

O plano envolve a instalação de duas plataformas do tipo FPSO, que juntas podem processar até 240 mil barris de óleo por dia e 22 milhões de metros cúbicos de gás natural.

A empresa também ressaltou que, devido a ganhos de escala e revisões contratuais, o projeto se tornou mais economicamente viável, propiciando negociações das plataformas P-81 e P-87.

A produção do SEAP II está prevista para iniciar em 2030, enquanto o SEAP I começará a operar logo após esse período. Este projeto estratégico inclui ainda a perfuração de 32 poços e a construção de um gasoduto de 134 quilômetros, que se destinam a melhorar a infraestrutura energética e incrementar a oferta de gás natural, especialmente na região Nordeste do Brasil.

Contexto

O projeto SEAP visa não apenas aumentar a produção de óleo e gás, mas também fortalecer a matriz energética nacional, com implicações positivas para o mercado de trabalho e a economia local.

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