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energia
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Coalizão defende aumento de biodiesel e etanol no Brasil

Entidades pedem mudanças nas misturas de combustíveis ao CNPE

João Pereira29 de abril de 2026 às 16:25
Coalizão defende aumento de biodiesel e etanol no Brasil

A Coalizão dos Biocombustíveis está pressionando o governo para aprovar um aumento na mistura de biodiesel no diesel para 17% e de etanol na gasolina para 32%. Essa proposta será discutida na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) agendada para 7 de maio.

Manifesto em apoio às mudanças

A importância do avanço nas misturas foi destacada em um manifesto assinado por congressistas influentes como Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) e Alceu Moreira (MDB-RS), o qual clama pela aprovação rápida dessas alterações. Segundo eles, tal movimento é essencial para enfrentar a instabilidade dos preços de energia e promover o uso de combustíveis renováveis no Brasil.

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A Coalizão dos Biocombustíveis reitera o pedido para que o CNPE autorize o aumento da mistura de biodiesel para 17% e do etanol para 32%.

Aprovação pode impactar inflação e gera empregos.

O documento enfatiza que o Brasil possui potencial para aumentar a utilização de biocombustíveis, o que poderia mitigar impactos inflacionários, proporcionar segurança energética e estimular a criação de postos de trabalho. Os membros da coalizão argumentam que, em face da volatilidade do mercado de energia, essa abordagem é uma solução viável e vital.

Compromisso do governo

O governo já mostrou intenção de elevar a mistura de etanol. Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, anunciou que apresentará a proposta para E32 no CNPE, sustentado por testes que já foram aprovados. Ele acredita que essa medida poderá ajudar o Brasil a alcançar autossuficiência em gasolina.

Contexto

O Brasil dispõe de capacidade produtiva suficiente para atender ao aumento na demanda por biocombustíveis, sem prejuízos à competitividade no cenário internacional de energia limpa.

Os participantes do manifesto alertam que atrasar essa decisão pode prejudicar a competitividade do Brasil no setor energético global. A mensagem é clara: agir agora é consolidar o país como uma liderança em energias limpas.

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