China hesita em mediar conflito no Estreito de Ormuz
Apesar de diálogo com EUA e Irã, papel de mediadora é improvável

Embora a China demonstre intenção de participar da mediação sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, a atuação como mediadora de fato parece incerta, conforme fontes do governo informaram à CNN.
Após a visita do presidente dos EUA, Donald Trump, à Pequim, a China busca intensificar o diálogo diplomático com Washington e Teerã. Contudo, a expectativa de que o país assuma um papel ativo na crise iraniana é considerada baixa.
✨ Wu Xinbo, assessor do Ministério das Relações Exteriores da China, ressaltou a urgência da reabertura do estreito após quatro meses de crise do petróleo.
A urgência da reabertura do Estreito de Ormuz é evidente não apenas para a China, mas também para as autoridades americanas, que pressionam Pequim a atuar sobre Teerã. No entanto, Trump expressou que não depende do apoio da China para a resolução do conflito.
"A posição da China é que não pressionará o Irã nessa questão, pois a raiz do problema reside entre os EUA e Israel.
Além disso, a China está ciente de que qualquer mediador precisa cultivar uma relação balanceada com ambos os lados, algo que a faz hesitar em adotar uma postura mais intervencionista.
Contexto
O Estreito de Ormuz é um dos principais corredores de transporte de petróleo e sua segurança é crucial para a economia global, especialmente para países como a China, que dependem da importação de petróleo.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Internacional

Trump ordena bloqueio no Estreito de Ormuz após reuniões com Irã
A Marinha dos EUA será mobilizada para interceptar embarcações no local

Emirados exigem liberdade de navegação no Estreito de Ormuz
Acesso restrito pelo Irã afeta mercado de petróleo mundial

Trump alerta sobre futuro incerto do acordo com o Irã
Presidente dos EUA vê negociações estremecidas em meio a desafios econômicos.

Trump adianta negociação de armas com Taiwan, dependente da China
Acordo de US$ 14 bilhões está pendente enquanto presidente reflete.





