Coreia do Sul vê Kim Ju-ae como potencial sucessora de Kim Jong-un
NIS aponta filha de Kim como herdeira do regime da Coreia do Norte

Nesta segunda-feira, o Serviço Nacional de Inteligência (NIS) da Coreia do Sul sinalizou que Kim Ju-ae, filha de Kim Jong-un, pode ser uma futura liderança da Coreia do Norte. Este reconhecimento vem à tona à medida que a jovem participa de eventos oficiais ao lado do pai, reforçando sua posição no regime.
✨ O NIS afirma que sua avaliação é baseada em informações de inteligência concretas, não em suposições.
Durante uma reunião no Parlamento, o diretor do NIS, Lee Jong Seok, enfatizou que a análise recente sobre a possível sucessão de Kim Ju-ae não se sustenta apenas em observações superficiais. Em comentários anteriores, a agência já havia identificado a jovem como uma potencial herdeira do governo norte-coreano.
Desde sua primeira aparição na mídia estatal em 2022, Kim Ju-ae é frequentemente chamada de a 'filha mais querida' de Kim Jong-un. Embora sua idade e nome verdadeiro permaneçam não confirmados oficialmente, ex-funcionários como o ex-jogador Dennis Rodman afirmam que ela pode ter entre 13 e 14 anos.
Recentemente, ela foi destaque em imagens que a mostram conduzindo um tanque em uma base militar, uma ação interpretada como uma estratégia do regime para normalizar a ideia de uma liderança feminina, algo inédito na história da Coreia do Norte.
A influência de Kim Yo-jong
Enquanto isso, a irmã de Kim Jong-un, Kim Yo-jong, é vista com menos destaque nas avaliações do NIS. Apesar de cirandar rumores sobre seu poder dentro do regime, a sua influência não está sendo amplamente reconhecida pela agência sul-coreana.
Contexto Histórico
Desde 1948, a Coreia do Norte tem sido liderada exclusivamente por homens da família Kim, estabelecendo uma dinastia que se assemelha a uma 'monarquia comunista'. Kim Jong-un assumiu o poder em 2011, após a morte de seu pai, Kim Jong-Il.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Internacional

China hesita em mediar conflito no Estreito de Ormuz
Apesar de diálogo com EUA e Irã, papel de mediadora é improvável

Trump alerta sobre futuro incerto do acordo com o Irã
Presidente dos EUA vê negociações estremecidas em meio a desafios econômicos.

Trump adianta negociação de armas com Taiwan, dependente da China
Acordo de US$ 14 bilhões está pendente enquanto presidente reflete.

Guerra contra o Irã já custa US$ 25 bilhões aos EUA
Impactos financeiros e sociais da operação em andamento





