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economia
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Lula defende o PIX e descarta mudanças após crítica dos EUA

O presidente garante a soberania do sistema de pagamentos instantâneos criado no Brasil em discurso na Bahia.

Gabriel Azevedo02 de abril de 2026 às 17:40
Lula defende o PIX e descarta mudanças após crítica dos EUA

Durante um evento em Salvador, nesta quinta-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abordou o tema do PIX após ser incentivado pelo ministro Sidônio Palmeira. Lula comentou um relatório do governo dos EUA que considerou o sistema de pagamentos instantâneos uma ameaça para as empresas de cartões de crédito.

A declaração ocorria após Lula visitar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na capital baiana. No seu discurso, o presidente afirmou: 'Ninguém vai fazer a gente mudar o PIX'.

"

O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O PIX é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira

Luiz Inácio Lula da Silva

Desafios e resposta do governo

O relatório dos EUA publicado recentemente afirma que o PIX gera desvantagens para fornecedores americanos de serviços de pagamento, mencionando que o Banco Central brasileiro pode favorecer esse sistema em detrimento das empresas dos Estados Unidos.

O PIX é um meio de pagamento criado pelo Banco Central do Brasil, que permite transferências em tempo real, funcionando 24 horas por dia e utilizando chaves como CPF e QR codes.

Sobre o PIX

Disponível a qualquer hora, o PIX simplifica transações financeiras ao eliminar a necessidade de digitar informações bancárias, sendo uma alternativa ampla e gratuita aos métodos tradicionais de pagamento.

Lula também ressaltou que o governo está aberto a melhorias no PIX, visando sempre atender às demandas dos usuários. Assim que o discurso terminou, a equipe de comunicação do presidente divulgou o trecho em suas redes sociais.

Reações políticas

Analistas políticos veem a abordagem de Lula como uma oportunidade de angariar apoio popular, especialmente com a competição política crescente em torno das próximas eleições.

  • 1Perspectivas de crescimento eleitoral para Lula.
  • 2Em 2026, Flávio Bolsonaro deve concorrer à presidência.
  • 3Popularidade alta de Lula em defender a soberania nacional.

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