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Internacional
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Israel elimina chefe do Hamas em ataque e promete mais ações

Ministro da Defesa destaca que líderes responsáveis pelo ataque de outubro estão marcados para morrer.

Mariana Souza27 de maio de 2026 às 06:40
Israel elimina chefe do Hamas em ataque e promete mais ações

Na última quarta-feira, 27, Israel anunciou a morte de Mohamed Odeh, chefe do braço armado do Hamas em Gaza, em um ataque aéreo realizado no dia anterior. A operação foi executada pouco depois da eliminação de seu predecessor em um bombardeio similar no início do mês.

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, declarou que Odeh foi 'eliminado' e afirmou que ele 'se reuniu com seus companheiros nas profundezas do inferno'. Até o momento, o Hamas não se manifestou sobre o ocorrido.

Katz também destacou que Israel está comprometido em eliminar todos os líderes responsáveis pelo ataque ocorrido em 7 de outubro.

'Todos estão marcados para morrer, onde quer que sejam', acrescentou o ministro em sua conta na rede social X, fazendo referência ao violento ataque do Hamas que desencadeou a atual guerra em Gaza.

Após a confirmação do bombardeio, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e Katz informaram que Odeh atuou como chefe de inteligência do Hamas durante o ataque de outubro e que foi promovido há cerca de uma semana, sucedendo Ezedine al Hadad, assassinado em maio durante outra operação militar.

Ambos os líderes israelenses afirmaram que Odeh estava envolvido no sequestro, assassinato e ferimentos de civis israelenses e soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI). Desde que a ofensiva do Hamas teve início, 1.221 israelenses perderam a vida, de acordo com números oficiais.

A resposta militar de Israel na Faixa de Gaza resultou na morte de ao menos 72.803 pessoas, segundo o Ministério da Saúde local, que está sob a autoridade do Hamas.

Israel também alcançou alvos significativos relacionados ao Hamas fora de Gaza, como a morte do líder político Ismail Haniyeh em Teerã e de Yahya Sinwar, considerado o cérebro dos ataques de outubro. Além dos altos comandantes da resistência palestina, Israel também persegue membros do Hezbollah no Líbano, incluindo seu ex-líder Hassan Nasrallah.

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