França investiga Israel por supostas violações a ativistas de Gaza
Inquérito se baseia em alegações de tortura e abusos durante detenção.

As autoridades da França iniciaram uma investigação sobre alegações de crimes de guerra e tortura envolvendo o tratamento de ativistas franceses por Israel. A Promotoria Nacional Antiterrorista tomou essa decisão após ativistas denunciarem maus-tratos durante uma recente detenção.
Detações e alegações de maus-tratos
Mais de 430 ativistas foram detidos por Israel em 18 de maio, incluindo 37 franceses, quando tentavam quebrar o bloqueio imposto a Gaza. O governo francês solicitou a investigação após relatos de tortura que emergiram durante as detenções.
✨ Ativistas alegam terem sofrido abusos físicos e psicológicos durante a detenção.
A situação ganhou atenção após o ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, compartilhar um vídeo que ridicularizava os ativistas amarrados, provocando forte reação internacional. França, por sua vez, decidiu proibir a entrada do ministro em seu território.
Ativistas que retornaram à França relataram experiências traumáticas, incluindo relatos de assédio sexual e posições dolorosas durante o período de detenção. Um soldado supostamente teria agredido uma das repatriadas, intensificando as acusações de abusos.
"As alegações de violência física e psicológica carecem de qualquer base, segundo o serviço penitenciário israelense.
Contexto
A flotilha de ajuda que tentava acessar Gaza em 18 de maio gerou um forte debate sobre os direitos humanos e o tratamento de ativistas políticos.
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